Seis unidades da Federação definiram seus governadores no 2º Turno das Eleições 2026, realizado no domingo, 25 de outubro. A votação ocorreu em cinco estados e no Distrito Federal, com disputas no Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins, além da capital federal.
No Acre, Mailza Assis, do Progressistas (PP), foi reeleita com 66,21% dos votos válidos, contra 33,79% de Alan Rick, do Republicanos.

No Amazonas, Omar Aziz, do Partido Social Democrático (PSD), venceu a disputa com 61,42%, enquanto Professora Maria do Carmo, do PL, recebeu 38,58% dos votos válidos.

No Distrito Federal, Celina Leão, também do PP, foi eleita com 57,18% dos votos válidos. Leandro Grass, do Partido dos Trabalhadores (PT), obteve 42,82%.

No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, conquistou a eleição com 52,17%, contra 47,83% de Ricardo Ferraço, do MDB.

A disputa mais apertada entre as seis unidades ocorreu no Rio Grande do Norte. Cadu de Lula, do Partido dos Trabalhadores (PT), venceu com 50,77% dos votos válidos, enquanto Allyson Silva, do União Brasil, alcançou 49,23%.

No Tocantins, Vicentinho Júnior, do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), foi eleito com 64,52%, contra 35,48% de Professora Dorinha, do União Brasil.

Com a conclusão do 2º Turno, as 27 unidades da Federação têm seus resultados definidos para o governo estadual no ciclo que começa em 2027.
Distribuição dos governos por partido
Considerando os resultados das Eleições 2026 nos 26 estados e no Distrito Federal, o Partido Liberal (PL) terá seis governos: Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina.
O PSD terá governos no Amapá, Amazonas, Maranhão, Pernambuco e Sergipe.
Progressistas (PP), PT e Republicanos terão quatro governos cada. O PP venceu no Acre, no Distrito Federal, em Mato Grosso do Sul e na Paraíba. O PT governará Bahia, Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte. O Republicanos terá os governos do Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais e São Paulo.
O PSDB terá dois governos, em Alagoas e Tocantins.
Por fim, MDB e Podemos terão um cada, em Goiás e no Pará, respectivamente.





